Dessa vez, resolvi fazer Flô di Pacença aproveitando uns papéis que há muito tempo pintei, já nem recordo com que tinta. Hoje, nesse friozinho "danadibão", resolvi estampá-los e gostei bastante do resultado.
A certa altura, alguns pigmentos começaram a manchar meus dedos,
e me lembrei de Tistu, personagem que fiz há muitos anos, num curso de Teatro da querida Beatriz Rota Rossi, artista plástica primorosa e uma professora genial, dessas que a gente nunca esquece. Também chamado de "O menino do dedo verde" ( título do livro de Maurice Druon), ele foi expulso do colégio por adormecer durante as aulas, indo então para casa, onde descobre que a um simples toque de seu dedo, faz nascer flores por onde quer que seja. Mas isso, é só o começo do conto...